Estudo da Salesforce mostra o comportamento dos consumidores nas datas comemorativas

71% dos clientes usam seus dispositivos móveis durante as compras em lojas físicas

Com o intuito de analisar o movimento de compras durante as datas comemorativas, a Salesforce desenvolveu o estudo Shopping-First Retailing. A pesquisa analisou o comportamento de 6.000 consumidores em seis países: Austrália, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Inglaterra e França. Além disso, o levantamento analisou o comportamento de compras digitais de 500 milhões de consumidores e 1,4 bilhão de visitas de comércio eletrônico em todo o mundo. A pesquisa também leva em conta dados de 200 milhões de casos de atendimento ao cliente, além das avaliações feitas por compradores à paisana em 70 lojas em Nova York, Londres e São Francisco.

Este relatório revela como os compradores estão interagindo, onde sentem maior aderência e o que seu comportamento pode significar para os varejistas. Essas tendências afetam todas as marcas e varejistas, independentemente do tamanho ou segmento, já que as escolhas dos clientes determinam cada vez mais como o varejo irá atuar.

Marcas x Varejistas x Marketplaces

Os consumidores foram questionados: em um cenário no qual os preços diretos da marca, no varejista e em marketplaces são exatamente os mesmos, por que você escolheria cada canal?

Entre os entrevistados, 60% apontaram a qualidade do produto como principal motivo de compra direto das marcas, 57% disseram que os serviços ao consumidor são os principais atrativos dos varejistas e para 56% os preços dos marketplaces são os motivadores de compra.

Imagem de três colunas: marcas, varejistas e marketplaces que mostram escritos os motivos pelos quais os consumidores mais fazem as compras

Os objetivos do consumidor final determinam por qual canal irá comprar, esteja ele buscando por preço baixo, um produto exclusivo ou por disponibilidade permanente. A exclusividade de produtos oferecida pelas marcas e a conveniência proporcionada pelos mercados estão reduzindo a vantagem competitiva dos varejistas, embora os compradores ainda procurem um bom atendimento ao cliente.

Marketplaces estão ganhando fidelidade e a segunda compra

Outro comportamento interessante apontado pelo estudo se refere à segunda compra. Para adquirir um produto pela primeira vez, 50% dos consumidores escolhem varejistas, contra 31% optando por marketplaces e 19% pela própria marca. O quadro se inverte quando se trata de repetir a compra. Nesse caso, 47% escolheriam os grandes marketplaces, contra 34% que elegeriam os varejistas.

Consulta online na loja física

O levantamento apontou que 71% dos consumidores usam seus dispositivos móveis durante compras nas lojas físicas, sendo 83% deles com idade entre 18 e 44 anos, número bem acima dos 62% registrados em 2017. Entre os motivos para utilizar os dispositivos estão: comparar preços (36%), pesquisar produtos (29%), tirar fotos do produto (28%) e ler um review do produto (25%). Esses dados mostram um comportamento curioso dos consumidores e mais um desafio para o e-commerce: captar esse cliente dentro de uma loja física.

Varejo rápido

A pesquisa descobriu que o varejo precisa ser rápido para atender às expectativas dos consumidores. É necessário prover jornadas de compras, transações e experiências que se movam na velocidade dos clientes: 69% dos consumidores dizem que é importante ou muito importante ver novos produtos cada vez que visitam a loja ou site.

Além disso, todos os meses são verificadas 75% de novas consultas de consumidores, o que mostra a velocidade com que os clientes estão descobrindo novos produtos e marcas. Outro dado interessante é que dentro dos 5% dos produtos mais vendidos nos sites de comércio eletrônico 59% mudam mensalmente. Isso mostra que os varejistas e as marcas precisam estar atentos a esse comportamento, analisar as pesquisas dos consumidores e oferecer os produtos que eles buscam em tempo real.

A pesquisa considerou marketplaces sites como: AmazoneBayAlibaba ou Etsy, que vendem mercadorias de várias marcas diferentes, de outros varejistas e de vendedores individuais. E como varejistas, foram consideradas empresas como WalmartTescoAldi ou Target, que vendem mercadorias de várias marcas diferentes.

Fonte: Digitals

TSE e Polícia Federal apuram ataque hacker à Justiça Eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encaminhou o caso da suposta invasão hacker e vazamento de informações confidenciais da Justiça Eleitoral à Polícia Federal nesta sexta-feira (9). Além do inquérito aberto, no âmbito interno do Tribunal, o TSE instaurou uma sindicância para apurar os fatos.

“Polícia Federal investiga o caso, e TSE apura internamente a questão”

Na noite da última quarta-feira (7), o TecMundo publicou documentos obtidos que provariam um suposto acesso não autorizado ao sistema GEDAI-UE da urna eletrônica, que teve o código do sistema de carga do software vazado durante a semana anterior ao segundo turno das eleições presidenciáveis, que ocorreu no dia 28 de outubro. Além do vazamento não autorizado, hackers alegaram que tiveram sucesso ao entrar na intranet do TSE e obter informações privilegiadas e confidenciais, como troca de emails, envio de senhas para juízes, credenciais de acesso etc.

  • Segundo o G1, a investigação foi pedida na última terça-feira (6) pela presidente da Corte, Rosa Weber, depois que o TSE recebeu e-mail do TecMundo

TecMundo recebeu os documentos por meio de duas fontes anônimas em outubro. Após análise interna, os arquivos completos foram enviados ao Tribunal Superior Eleitoral para autenticação — e, agora, foi aberto inquérito na Polícia Federal para apurar os fatos.

De acordo com o pessoal do JOTA, ao ser questionado sobre o fato nesta semana, o TSE conferiu os dados e confirmou que, realmente, pessoas de fora da Corte podem ter tido acesso a informações sobre os equipamentos que o TSE mantém sob segredo.

  • Vale notar que os invasores não tiveram acesso ao módulo do sigilo do voto: isso significa que não foi possível acessar a parte do sistema que exibe os votos dos eleitores. Além disso, o código do GEDAI é “público”: após a assinatura de um termo de sigilo, partidos, MP e OAB, por exemplo, podem pedir o acesso.

O GEDAI-UE foi o principal módulo que os hackers acessaram. Segundo o TSE, ele é um gerenciador de dados, aplicativos e interface com a urna, que fornece às equipes dos cartórios eleitorais e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) o suporte de software necessário à carga das urnas eletrônicas. É o sistema responsável por gerar as flashes de carga, de votação e mídias para a urna, além de receber e enviar as correspondências para os TREs.

Fonte: Tecmundo

Imagine sua empresa chegando aos olhos do mundo todo!

Definimos Mídia Digital como conjunto de veículos e aparelhos de comunicação baseados no cenário da tecnologia digital, que permite a distribuição ou comunicação digital de obras visuais, sonoras e intelectuais.

Segundo pesquisa da American Marketing Association, com os principais Diretores de Marketing de grandes multinacionais, observa-se que: 71% das empresas diminuíram o investimento total em marketing; 67% das empresas diminuíram o investimento em mídias tradicionais como TV, rádio, jornal e revista; enquanto isso, o investimento em mídias digitais aumentou 47%.

Esse fato é facilmente justificável, uma vez que as mídias digitais permitem uma melhor segmentação de mercado, tem um custo muito inferior e possibilitam alcançar o consumidor certo, na hora certa, através da mídia mais adequada . (fonte: www.centralpress.com.br)

Aos olhos do consumidor ou público alvo, se a empresa não tem um site institucional, ela é julgada praticamente como inexistente.

É evidente o crescimento de empresas através de divulgação via web, as possibilidades são inúmeras e entre elas a que mais se destaca são sites que promovem redes de relacionamento. Esses são ferramentas fantásticas para divulgação de promoções, produtos, e para manter um contato estreito e interagir com mais facilidade com o cliente, bem como a divulgação do próprio site institucional.

  A grande sacada do momento é criar uma página profissional no Facebook e conseguir muitos “Likes”.

 Essas páginas não são limitadas e podem conseguir inúmeros fãs que seguem e visualizam tudo que o é postado pelos administradores, inclusive, pessoas que nem tem perfil no facebook pode entrar em uma determinada página para visitar da mesma forma, sem precisar logar na rede social.

É muito comum uma imagem postada em uma página do facebook alcançar 500 ou até 1000 visualizações em questão de minutos, é o mesmo que entregar 5 mil folhetos devido ao fato de “realmente o material ter sido visto”, e não jogado de lado como acontece com folhetos impressos, porém o custo é muito inferior, a imagem vai poder ser divulgada outras inúmeras vezes, sem acabar, como os folhetos e pensando pelo lado sustentável também é um ótimo negócio, pois para a impressão de 5 mil folhetos é usado quase 7 kilos de papel.

 

 

 Sua empresa tem muito a oferecer para as pessoas, deixe elas saber o que de melhor você tem para elas, contate-nos!